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BODI11

Sobre o Fundo

O fundo tem por objetivo a valorização das cotas, mediante a aquisição de ativos de renda fixa, preponderantemente em Debêntures Incentivadas em Infraestrutura, bem como o ganho de capital obtido com a compra e venda dos ativos.

Distribuições do BODI11

O BODI procura distribuir mensalmente dividendos

A Bocaina procura distribuir mensalmente aos cotistas o valor aproximado do carrego gerado pelo portfólio, de acordo com as condições de mercado e o desempenho dos ativos que compõem o fundo.

Régua de TIR

Cota e taxa diária

Selecione um valor na régua abaixo para visualizar o percentual de retorno financeiro estimado¹ em comparação com os valores da cota no fechamento do mês.²

R$7,10
R$7,28
R$7,45
R$7,63
R$7,80
Valor da Cota:
Valor Patrimonial:
R$-
Ágio/Deságio:
-
TIR CDI+ Anualizada:
-
Spread:
-

¹Estimativa de retorno financeiro, sujeita a variação. A TIR é líquida dos custos do fundo data base final do mês (27/02/2026), pré-distribuição do mês, variando de acordo com a curva das NTN-Bs. Eventual taxa de performance não é contemplada neste cálculo.
²Spread líquido de custos do fundo e isento de IR para pessoa física, comparando com a NTN-B Ref.

Fundo Data Cota (R$) Dia Mês Ano 12M 24M Início
Gráfico de rentabilidade
  • 12M
  • 24M
  • 36M
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Como investir?

Basta acessar o seu home broker de preferência e buscar pelo código BODI11, que representa as cotas do fundo, e adquiri-las.

Caso elas estejam na sua carteira na data de referência para pagamento dos rendimentos, estes serão creditados na sua conta.

    FAQ

    Tire suas dúvidas e saiba mais sobre nossos fundos de investimento

    Como funciona o BODI11?

    O BODI11 é um FI-Infra listado na B3, que investe majoritariamente em debêntures incentivadas (Lei 12.431) emitidas por empresas do setor de infraestrutura.

     

    O fundo é voltado ao público geral e possui isenção de imposto de renda para pessoa física. Além disso, utiliza contratos de DAP para fazer hedge do risco da curva de juros reais, ou seja, transformar os fluxos dos papéis de IPCA+ em fluxos CDI+.

     

    Seu objetivo é gerar retorno ao cotista por meio de distribuições mensais, que refletem o carrego do portfólio (CDI + spread). O fundo possuí como objetivo de rentabilidade entre CDI+1% e CDI+2%. Ao considerar o gross-up pela isenção de imposto de renda para pessoas físicas, o objetivo de rentabilidade passa para CDI+3% a CDI+4%.

     

    Além do carrego, o BODI11 também busca capturar ganhos de capital, através da compra e venda de ativos no mercado secundário, aproveitando oportunidades de compressão de taxas e spreads.

     

    O BODI conta com um diferencial importante da Bocaina Capital: um time especializado em infraestrutura, com forte capacidade de originação e estruturação proprietária, o que permite acessar oportunidades de crédito em projetos de infraestrutura muitas vezes fora do radar do mercado, gerando potencial de retorno mais atrativo para ativos de qualidade creditícia semelhante.

     

    A Bocaina é uma gestora de fundos especializada em oferecer soluções de investimento personalizadas para clientes individuais e institucionais. Nosso objetivo é maximizar retornos e minimizar riscos por meio de estratégias diversificadas e gestão profissional de recursos.

    O que define a distribuição mensal do BODI11?

    O BODI11 distribui mensalmente o carrego líquido do portfólio, ou seja, o fundo distribui o retorno efetivamente gerado pelas debêntures ao longo do mês.

     

    Esse carrego é composto pelo componente de IPCA de alguns dos ativos, que, por meio de contratos de DAP, reduz a exposição dos ativos ao IPCA e aproxima do CDI, bem como do componente CDI do restante do portfólio e pelo spread das debêntures (marcadas diariamente a mercado), descontados os custos do fundo no período.

     

    A distribuição pode variar ao longo do tempo em razão da variação do CDI e até mesmo pela quantidade de dias úteis em cada mês.

    Distribuição por rendimentos ou amortização de capital?

    Antes de tudo, é importante deixar claro: para o investidor, não há diferença prática entre receber rendimentos ou amortização no BODI. Em ambos os casos, trata-se de dinheiro distribuído pelo fundo aos cotistas, sem qualquer alteração no efeito econômico do investimento.

     

    No BODI, as distribuições mensais podem aparecer com dois nomes diferentes — amortização de rendimentos ou amortização de capital — e isso está diretamente ligado à posição da cota patrimonial em relação a uma linha de capital (linha d’água). Essa distinção é exclusivamente contábil, prevista nas regras dos fundos de infraestrutura (FI-Infra). Independente do cenário, o valor distribuído corresponde ao equivalente em CDI do mês de referência somado ao carrego do fundo.

     

    De forma simples:

     

    • quando a cota patrimonial está acima da linha d’água, a distribuição tende a ser classificada como rendimentos;

    • quando está abaixo, tende a ser classificada como amortização de capital.

     

    Reforçando: o nome muda, mas o valor recebido pelo investidor é o mesmo.

     

    Nos fundos de infraestrutura hedgeados (FI-Infra), como o BODI, a cota patrimonial oscila diariamente em função da marcação a mercado refletindo os spreads de crédito. Por esse motivo, o patrimônio do fundo pode ficar temporariamente acima ou abaixo da linha d’água sem que haja qualquer alteração no portfólio, apenas como resultado das condições de mercado. Essas oscilações são naturais e fazem parte da dinâmica do produto.

     

    Vale notar que as movimentações no patrimônio do BODI (Bocaina Infra CDI) se diferenciam dos movimentos enfrentados pelo BODB11, visto que o último não opera de maneira hedgeada, de forma que há maior volatidade do patrimônio que acompanha as movimentações diárias das NTN-Bs, bem como a marcação a mercado dos spreads de crédito.

     

    O comportamento do BODI11 e do BODB11 difere do observado nos fundos imobiliários (FIIs). Nos FIIs, muitos ativos — como CRIs — apresentam menor liquidez e, por isso, não passam por uma marcação a mercado diária e precisa. O resultado é uma cota patrimonial mais estável, mas que não reflete as variações de mercado.

     

    Já nos FI-Infra, além da marcação a mercado mais fiel, a isenção de imposto de renda para pessoas físicas é mais ampla — abrangendo tanto rendimentos quanto ganhos de capital — e não há obrigação de distribuir um percentual mínimo do resultado. Por isso, conceitos comuns no universo dos FIIs, como “resultado acumulado” ou “guardar rendimento para o mês seguinte”, não se aplicam da mesma forma.

     

    Em resumo:

     

    No BODI, a classificação entre amortização e rendimento é apenas um reflexo contábil da marcação a mercado e da posição da cota em relação à linha de capital. Uma distribuição como amortização não representa perda de valor para o cotista, apenas a forma como o pagamento é registrado naquele momento.

    Como funciona o hedge?

    A maioria das debêntures incentivadas é emitida com remuneração atrelada ao IPCA + uma taxa fixa. Por isso, o preço desses títulos oscila diariamente acompanhando as movimentações da curva de juros reais, normalmente observadas nas NTN-Bs de prazo semelhante.

     

    Quando as taxas de juros sobem, o preço desses títulos tende a cair; quando as taxas caem, o preço tende a subir. Essa dinâmica gera volatilidade na cota patrimonial do fundo, mesmo que o fluxo de pagamento das debêntures permaneça o mesmo.

     

    Para reduzir essa sensibilidade às variações da curva de juros, o BODI utiliza contratos de DAP (Futuro de Cupom de IPCA) como instrumento de hedge.

     

    De forma simplificada, esses contratos compensam parte das oscilações provocadas pelos movimentos das NTN-Bs. Assim, o patrimônio do fundo é menos afetado pelos movimentos da curva de juros e fica mais próximo dos movimentos do CDI acrescido do spread de crédito dos ativos.

     

    Por esse motivo, o BODI tende a apresentar menor volatilidade patrimonial em comparação com fundos não hedgeados, como o BODB, que permanecem mais expostos às variações da curva de juros reais.

    Quer saber mais sobre o DAP (Futuro de Cupom de IPCA)? Mais informações estão disponíveis em:
    https://www.b3.com.br/pt_br/produtos-e-servicos/negociacao/juros/futuro-de-cupom-de-ipca.htm 

    O que é a marcação a mercado (MtM)?

    A marcação a mercado (mark to market, MTM) de debêntures pode ser confusa a princípio, principalmente pois os custodiantes tendem a não mostrá-la para as pessoas físicas em seus portfólios. De maneira simplificada, as debêntures incentivadas são emitidas em uma taxa IPCA + Cupom (por exemplo, IPCA+8%).

     

    Conforme são negociadas no mercado secundário, os valores pagos pelas debêntures podem variar, resultando em uma taxa de retorno maior ou menor. Por exemplo: se uma debênture emitida no preço de R$1.000,00 e a uma taxa de IPCA+8% for comprada por R$900,00, a taxa de retorno percebida pelo comprador será superior ao IPCA+8%. Quão superior ela será dependerá da duration do papel.

     

    Mesmo quando não há negociação, as movimentações da NTN-B de referência (a de duration mais próxima da duration da debênture) refletem na debênture espelhando os movimentos da curva de juros reais. Por exemplo: se uma debênture tem como referência a NTN-B 2030, um aumento de 0,10% na taxa da NTN-B significará aumento similar na taxa da debênture.

     

    No caso do BODI, os movimentos da NTN-B de referência não afetam a taxa da debênture da mesma forma que afetam no BODI, visto que a operação hedgeada por meio de DAPs faz com que as variações IPCA+ sejam refletidas numa escala CDI+, sendo que o último possui significativamente menos volatilidade.

     

    Em Janeiro/23, as debêntures investidas por pessoa física diretamente via corretora passaram a apresentar marcação “a mercado”, como é feito nos fundos de investimento, ao invés de marcação “na curva”, que historicamente era apresentada. Mas o que isso quer dizer?

     

    A marcação na curva significa que o preço da debênture investida é atualizado pela taxa de compra.

     

    Na marcação a mercado, que já explicamos no quadro anterior, o preço das debêntures varia de acordo com seu valor justo de mercado. Mas quem determina esse valor justo? Boa parte dos ativos possui “preço ANBIMA”, que toma como base os títulos públicos de referência e as negociações do mercado.

     

    Por exemplo: R$ 1.000 investidos em uma debenture de duration de 5 anos adquirida há 1 ano a uma taxa de IPCA+3% mas que esteja negociando a IPCA+4% hoje, apresentaria um preço de aprox. R$1090 em uma carteira com marcação na curva (5,8% de IPCA + 3% yield), e aprox. R$1040 em carteira marcada a mercado (impacto de -5% pela abertura de 1% em duration de 5y).

     

    Vemos como positiva a mudança, no sentido de trazer informação de preço mais precisa aos investidores.

    Cota mercado vs cota patrimonial

    A cota mercado de um fundo de investimento pode ser distinta do valor da cota patrimonial, sendo muito importante distinguir esses conceitos para compreender quais fatores afetam o valor de cada uma delas.

     

    No caso de um FI-Infra listado como o BODI11, o valor da cota mercado reflete o preço de negociação das cotas do fundo no mercado secundário, sendo este o valor que o investidor que quiser adquirir cotas vai pagar para adquirir o equivalente a uma cota do fundo. O valor destas cotas é influenciado pelas compras e vendas de cotas, de forma que um aumento na procura de cotas do fundo tende a aumentar os preços da cota mercado, não alterando diretamente o patrimônio do fundo.

     

    Já o valor da cota patrimonial reflete a relação do patrimônio líquido do fundo atribuível a cada cota emitida pelo fundo. Por exemplo, um fundo com patrimônio de R$100.000.000,00 e um total de 1.000.000 de cotas, possuí um valor patrimonial de cota de R$100,00. A cota patrimonial é afetada, especialmente pelos rendimentos e marcação dos ativos da carteira do fundo, bem como distribuições destes proventos. A variação da cota patrimonial e, em especial, da cota patrimonial ajustada (considerando as distribuições de rendimentos) é utilizada para fins de avaliação de performance do fundo.

    Dito isso, nosso entendimento é que valores recebidos como amortização de capital devem ser utilizados para ajuste do preço médio, sem prejuízo de que o investidor avalie com seu contador o procedimento mais adequado para o seu caso. Vale reforçar que, para pessoas físicas, os ganhos auferidos em FI-Infra como o BODB11 são isentos de IR, inclusive em eventual alienação das cotas com ganho de capital.

    Documentos do fundo

    Nome do fundo: Bocaina Infra CDI
    Ticker: BODI11
    Tipo de fundo: Fundo Incentivado de Investimento em Infraestrutura (“FI-Infra”)
    Público alvo: Público geral
    Administrador: BTG Pactual
    Taxa de administração: 1,00% a.a
    Taxa de performance: 10% sobre o que exceder o CDI
    Tributação: Rendimentos e ganhos de capital isentos de IR para Pessoas Físicas
    Periodicidade de distribuição de rendimentos: Mensal
    Rentabilidade alvo: 1,0% a 2,0% acima do CDI
    Prazo do fundo: Indeterminado

    Informações

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